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Desfile de beldades no red carpet de Cannes 2012

postado por Andreia Santana @ 12:16 AM
17/05/2012

Um pouco de deleite visual. Cineinblog destaca o desfile das celebridades e seus longos da alta costura internacional, no tapete vermelho do Festival de Cannes 2012, que começou nesta terça, 16. No Cineinsite, notícias sobre o evento. Apreciem sem moderação!

As coloridas:

Berenice Bejo

Dolores Chaplin

Jane Fonda

Vahina Giocante

Eva Longoria em dois momentos:

Na chegada ao festival, usando um vestido com cauda de noiva...

...mas depois ela trocou por um mais discreto (!)

As damas de negro:

Freida Pinto

Julie Gayet

Lana Del Rey

Marie Gillain


A namorada do Chapeleiro Maluco?

postado por Andreia Santana @ 7:23 PM
22/03/2012

Quando vi as fotos da personagem Effie Trinket (Elisabeth Banks), de Jogos Vorazes, que estreia nesta sexta, lembrei da estilização do Chapeleiro Maluco de Johnny Depp, na versão de Tim Burtom para o clássico Alice no País das Maravilhas. Não estou comparando os personagens, até porque não assisti Jogos Vorazes ainda e nem li a série na qual o filme é baseado. Tampouco comparo as histórias, lógico! A maquiagem é que me impressionou, bem como o figurino. Esse visual de boneca, meio fofo, meio assustador, meio estravagante da personagem não surpreendeu só a mim, a make de Effie até virou tema de fórum entre as blogueiras que escrevem sobre maquiagem, internet a dentro. Descobri que os cílios postiços que ela usa, feitos de papel e com desenhos de cavalos marinhos, flores e que tais, são vendidos para quem quiser se aventurar (numa balada ou festa à fantasia, imagino). Me digam aí, não faria um par romântico bonitinho com o Chapeleiro? Vocês curtiram a estética da personagem?


Mostra sobre Glauber no Shopping Paseo

postado por Andreia Santana @ 8:07 PM
24/10/2011

O cineasta Glauber Rocha ganhou uma mostra cultural no shopping Paseo, que pode ser vista no próximo final de semana, entre os dias 28 e 30 de outubro. A curadoria é dos alunos do Curso de Gestão em Eventos da Universidade Salvador – UNIFACS.  A exposição traz fotos artísticas das imagens mais expressivas do cineasta e conta ainda com exibição de documentários, curiosidades e trechos de filmes dele. A visitação acontece das 9h às 21h (sexta e sábado) e das 12h às 20h (domingo). A entrada é gratuita.


Remake de Dirty Dancing, para quê?

postado por Andreia Santana @ 3:30 PM
15/08/2011

Cena final de Dirty Dancing

O buxixo vem crescendo na blogosfera e nos sites especializados de cinema há meses e agora parece que é oficial: Dirty Dancing vai ter remake! A última notícia diz que o coreógrafo original do filme de 1987, estrelado por Patrick Swayze e Jennifer Grey, Kenny Ortega, (High School Music), também vai coreografar essa nova versão da historinha de amor impossível entre o sexy professor de dança (Johnny – Swayze no auge da gatice) de um acampamento de férias para ricos e uma das alunas acampantes (Baby – Jennifer Grey). Pela web também circula que a própria Jennifer Grey deu aval para o remake. Então, tá.

Mas perguntar nem sempre ofende e eu pergunto aqui para os meus botões de ex-adolescente que acompanhou avidamente o primeiro Dirty Dancing, inclusive ao longo dos anos, revi o filme algumas vezes: por quê – pelos deuses – fazer o remake de um filme definitivo, que se resolveu muito bem no primeiro de quase três décadas atrás, que é cultuado por uma geração inteira como um clássico dos filmes de dança dos anos 80/90 (inclua no pacote Footloose e Flashdance)?

Será falta de criatividade da indústria cinematográfica? Esgotaram-se as boas histórias? É oportunismo do coreógrafo? Tentativa de Jennifer Grey, que sumiu, de sair do ostracismo? Se bem que não é ela quem vai viver a doce Baby nessa nova versão, lógico! Tentativa da indústria de faturar mais milhões em cima de um filme famoso e cultuado? (com certeza!).

A justificativa usada tanto pelo coreógrafo quanto pelos jovens cinéfilos com menos de 25 pode ser a seguinte: essa é uma oportunidade de atualizar a história, dando chance às novas gerações de conhecer o filme com uma roupagem mais moderna, mais pop, mais na linha High School ou dos novos musicais da Disney. Nada contra os musicais recentes da Disney, ou as novas séries, que passam na tv fechada. São um ótimo espelho da geração atual, são engraçadas, divertidas e refletem os valores, os anseios da turma hiperconectada, fashionista e baladeira. Algumas, de fato, tem bastante qualidade. High School é meio xaropinho (na minha opinião), mas vá lá que tem sua cota de fofice, para quem gosta. As legiões de fãs estão aí para provar que o produto atende bem seu público.

Mas contesto que Dirty Dancing precise de uma nova embalagem para ser apresentada ao público de agora. Porque se trata unicamente disso, uma nova embalagem para o mesmo bom produto de antes. Apenas porque vivemos a cultura do descartável e os mais jovens podem torcer o nariz para assistir um filme de 1987. Esse ano, que na verdade aconteceu só a 24 anos atrás, soa como passado remoto, longínguo, relíquia de museu para os adeptos do fast all.

E os clássicos da origem do cinema? Vão também ser relegados ao esquecimento porque datam de 70, 90 anos atrás? Tudo vai ser refilmado e atualizado, reembalado para o público atual? E a memória, a história, e saber como era a juventude de antes, quais eram os anseios daquela turma? E nem adianta dizer que ficam as duas versões, a nova e a velha, porque se a antiga é tão boa, não precisaria de uma recente, ao menos, não pensando na coisa de forma lógica. A questão é que a sociedade do consumo rápido, os fast all, não são lógicos.

Dirty Dancing está disponível em DVD, pode ser visto e revisto por quem quiser. O filme original poderia até ser recuperado, relançado, reeditado com cenas cortadas, enfim, se a ideia for fazer um tributo, que se faça com o original. Além disso, tirando a moda das roupas e cortes de cabelo da época, o filme não perdeu a atualidade de sua história, os temas tratados são universais: preconceito (dos ricos pais de Baby contra Johnny, o professor-dançarino sem eira e nem beira); necessidade de afirmação (Baby, que quer ser mais que um bibelô do papai ou uma candidata a esposa obtusa como a irmã mais velha, uma crítica super bacana ao American Way Of Life, até porque, o filme é de 1987, mas a história é ambientada nos anos 50/60); a descoberta da sexualidade (Baby, inocente e virgem, toda apaixonada pelo professor mais velho); as difíceis decisões impostas às mulheres por conta do preconceito e de uma educação repressora, de uma sociedade que joga seus problemas para baixo do tapete e cobre tudo com glacê cor de rosa (a partner de Johnny, que é abandonada pelo namorado e faz um aborto clandestino).

Todos esses temas – só citando alguns focados pelo filme – são muito atuais, ou alguém vai dizer que não? E ainda assim, o charme do filme está justamente no ar retrô, tanto por conta da história ocorrer nos anos 50/60, quanto pela presença de artistas carismáticos, alguns já falecidos, como o próprio Patrick Swayze.

Para o novo filme, inclusive, especula-se que Justin Timberlake poderá assumir o papel de Johnny. Nada contra o rapaz. Dança, canta e tudo mais, mas é o mesmo que querer que outro ator assumisse o papel de Indiana Jones! Simplesmente não cola, não combina, a cara do personagem não é a de Timberlake é a de Swayze. Outros nomes da lista de especulações são Zac Efron – e aí é que a vaca iria para o brejo de uma vez e Dirty Dancing viraria um novo High School (benza deus!); e Hugh Jackman, que pessoalmente, acho “agressivo” demais para o personagem. E nem é por conta do Wolverine, é que simplesmente o magnetismo de Jackman é over para viver o Johnny. Quanto às atrizes, as opções estão entre Lea Michele, Mila Kunis (que acho femme fatale demais para viver a doce Baby), Anne Hathaway, que acredito já ter passado da idade para a personagem, embora eu adore a atriz; e Emma Watson (que é igualmente fofinha, mas britânica demais).

O que torna Dirty Dancing único, um clássico do seu tempo, é a sutileza do filme, a sensualidade insinuada, o romantismo delicado. Sem grandes pretensões de ser um oscarizado ou uma obra-prima, o filme conseguiu atravessar quase trinta anos nos corações e mentes de fãs que relembram sequências inteiras. Sem contar na cena final, magistral, que é copiada à exaustão em festas de casamento justamente porque simboliza a crença no amor eterno, de uma geração.

Em uma palavra, depois de escrever tantas: Desnecessário!

P.S.: A incorporação da sequência final de Dirty Dancing, com a música The time of my life (que estourou nas paradas no ano do filme e venceu o Oscar de melhor canção original de 1987), foi desativada no Youtube, tanto no original, quanto nas versões dublada ou com legenda. Para quem quiser relembrar, eis o link.


As Aventuras de Tintim ganha novo pôster

postado por Bruno Porciuncula @ 3:30 PM
08/08/2011

Um novo pôster de “As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licornedo”, longa dirigido por Steven Spielberg, foi divulgado. Nele, aparecem Tintim, em primeiro plano, o seu fiel cachorro Milu, e o navio Unicorn. Também é possível ver o rosto dos detetives Thompson e Thomson e do Capitão Haddock. Confira:

A adaptação cinematográfica de Tintim está sendo produzida por Peter Jackson (Um Olhar do Paraíso, O Senhor dos Anéis) e usou o mesmo processo de captura de imagens de Avatar, para que seus personagens ficassem bastante fiéis ao HQ no qual o filme é baseado.

A história conta as aventuras de Tintim, interpretado por Jamie Bell, que encontra uma réplica do navio Unicorn e um mapa do tesouro. Além de Bell, também estão no elenco os atores Andy Serkis, Simon Pegg, Nick Frost e Daniel Craig.

No Brasil, “As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne” tem previsão de estreia em 11 de novembro deste ano.

Veja um dos trailers já divulgados do filme: