A Fox divulgou nesta quinta-feira, 8, um novo trailer de Planeta dos Macacos: O Confronto. Confira abaixo:

Em Planeta dos Macacos: O Confronto: quinze anos após a conquista da liberdade, César (Andy Serkis) e os demais macacos vivem em paz na floresta próxima a San Francisco. Lá eles desenvolveram uma comunidade própria, baseada no apoio mútuo, para que possam se manter. Enquanto isso, os humanos enfrentam uma das maiores epidemias de todos os tempos, causada por um vírus criado em laboratório, chamado vírus símio. Diante disto, um grupo de sobreviventes liderado por Dreyfus (Gary Oldman) deseja atacar os macacos para usá-los como cobaias na busca por uma vacina. Só que Malcolm (Jason Clarke), que conhece bem como os macacos vivem por ter conquistado a confiança de César, deseja impedir que o confronto aconteça.

O longa, dirigido por Matt Reeves, estreia dia 24 de julho.


Divulgada sinopse de Planeta dos Macacos 2 – O Despertar

postado por Bruno Porciuncula @ 4:48 PM
09/05/2013

 

Sequência do filme de 2011 vai mostrar a luta entre os macacos e humanos pelo domínio da Terra

A 20th Century Fox divulgou nesta quinta-feira, 09, a sinopse de Planeta dos Macacos 2 – O Despertar , sequência do longa estrelado por Jame Franco em 2011 que mostrou a origem do domínio dos símios sobre os humanos.

“Uma nação crescente de macacos geneticamente evoluídos, liderada por César, é ameaçada por um grupo de humanos, sobreviventes do devastador vírus que se espalhou há uma década. Eles alcançam uma paz frágil, que se prova efêmera, à medida em que ambos os lados chegam à beira de uma guerra pelo domínio da Terra”

Na sequência, James Franco sai de cena e Gary Oldman entra na franquia para interpretar o líder dos sobreviventes. O elenco ainda terá Toby Kebbell, Enrique Murciano, Jason Clarke e Kodi Smit-McPhee. O líder dos macacos, César, volta a ser “comandado” por Andy Serkis, através da captura de movimentos, e Conélia será “interpretada” por Judy Greer.

Matt Reeves (Cloverfield) vai assumir a direção de Planeta dos Macacos 2 – O Despertar, que vai estrear no dia 23 de maio de 2014.

 


Planeta dos Macacos: A Origem

postado por Bruno Porciuncula @ 4:24 AM
26/08/2011

César tem que lidar com os humanos, cada vez mais irracionais. Revolta justificada.

Uma origem digna para a obra original 

Quando começaram os rumores em Hollywood sobre a produção de um novo filme baseado na franquia Planeta dos Macacos, os fãs ficaram aflitos. Afinal, ainda estavam traumatizados com a péssima refilmagem de 2001, dirigida por Tim Burton. A partir do momento da divulgação de que esta versão contaria a origem da história – a nova moda de Hollywood – a situação melhorou, já que a série antiga, que começou em 1968 baseada em um livro de Pierre Boulle, de 1963, não sofreria qualquer dano.

Agora, com o lançamento de Planeta dos Macacos: A Origem, os fãs podem respirar aliviados. O filme está longe de ser uma obra-prima, mas em nada compromete a história original. Pelo contrário, nos apresenta uma versão bastante interessante, e consistente, sobre o que aconteceu na Terra para que os macacos evoluíssem de tal forma que, em um futuro, dominassem os humanos. E aí, acaba com a surpresa do original, já que, até o fim da versão de 1968, somos levados a acreditar que o astronauta interpretado por Charlton Heston está em outro planeta.

Em Planeta dos Macacos: A Origem, Will Rodman (James Franco) realiza experimentos em macacos para curar o mal de alzheimer e descobre que o seu produto não só resolve o problema da doença, como é capaz de aumentar a inteligência de quem o usa. A partir daí, o chipanzé César, a principal cobaia, começa a criar consciência e passa a ser o mascote de Rodman. O problema começa quando, em uma das melhores cenas do longa, César percebe que não é tratado como um igual, e sim como um animal de estimação. 

O chimpanzé se mostra insatisfeito com essa condição. E este sentimento que o atormenta é brilhantemente interpretado por André Serkis, ator que dá vida ao macaco César. Se Serkis já foi cogitado a concorrer ao Oscar por viver Sméagol, da trilogia O Senhor dos Anéis, aqui, ele se supera e merece receber uma indicação. Nas cenas em que o macaco está presente, o filme ganha outra vida. 

O roteiro escrito por Rick Jaffa e Amanda Silver é redondo e leva a história com emoção e ação nas doses certas. A falha fica por conta de tratar os humanos de forma maniqueísta. Todos são violentos ou bobos, com exceção dos personagens de Franco, de Freida Pinto – em atuação para ser esquecida – e do ótimo John Lithgow, que interpreta o pai do protagonista. Jaffa e Silver ainda colocaram referências ao filme original. A mãe de César recebe o apelido de “Olhos Brilhantes”, o mesmo dado pelos macacos ao personagem de Charlton Heston. E o chimpanzé brinca com uma espécie de quebra-cabeças em forma da Estátua da Liberdade, monumento que aparece na antológica cena final de 1968. 

O diretor Rupert Wyatt consegue fazer um bom filme, com direção segura, e ainda manteve a franquia a salvo. As cenas de ação, com planos abertos, mostrando toda uma cidade ou, ainda, a floresta, dão a real dimensão dos estragos feitos pelos macacos (e homens), que não pretendem conquistar o planeta, querem apenas ter a liberdade para viver em seu habitat natural, longe dos irracionais humanos. 

Agora, Wyatt deve se preparar para dirigir mais duas continuações de Planeta dos Macacos, pois esta nova versão foi pensada como uma trilogia. E, com ideias originais, tem tudo para se tornar um novo clássico. De quebra, ainda motiva o público a resgatar os filmes antigos.