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The Walking Dead começa mais violenta e veloz

postado por Andreia Santana @ 3:23 PM
17/10/2012

Maggie aparece na estreia da terceira temporada  de The Walking Dead como uma habilidosa matadora de zumbis e lembra a Alice de Resident Evil

A terceira temporada de The Walking Dead estreou nesta terça, 16, no Brasil, no canal fechado Fox, e o que se viu neste primeiro episódio foi um investimento mais pesado da produção nas cenas de ação, em detrimento daquelas de maior apelo dramático mostradas nas duas temporadas anteriores, quando de certa forma, os personagens da trama ainda estavam sendo apresentados e seus medos e motivações expostos ao público.

Embora essa terceira temporada prometa todo um núcleo de novos personagens, com a aparição da guerreira Michonne e do Governador, além do retorno de outros personagens que fizeram só uma breve aparição na primeira temporada, como Morgan e Duane Jones, a estreia concentrou cenas no núcleo de sobreviventes liderados pelo ex-policial Rick Grimes e a chegada do grupo à prisão. 

Glenn e Beth, irmã caçula de Maggie. Celas da prisão viram abrigo para os sobreviventes

Até mesmo pela necessidade de se conquistar um território seguro, o primeiro episódio focou numa guerra entre os humanos liderados por Rick e os zumbis que povoavam o local. O que se viu foi uma caçada desesperada e impiedosa, uma verdadeira luta pela sobrevivência, com o grupo de Rick eliminando um a um os mortos-vivos que infestavam pátios e corredores do edifício, em cenas velozes, com exploração de táticas de guerrilha, sem muita pausa para reflexão de cada ato. Nem deu tempo do espectador respirar. Matar zumbis e abrir caminho rumo à segurança, mesmo que precária, tornou-se quase um ato mecânico, que envolve todos os membros do grupo, até mesmo o filho de Rick, ainda uma criança, ao menos no sentido cronológico.

A penitenciária desativada aparece como um refúgio contra as hordas de mortos-vivos que vagueiam pelas cidadezinhas assoladas pela praga que dizimou a humanidade. No prólogo do episódio, tem-se a ideia da desesperança que tomou conta dos sobreviventes, literalmente pulando de casa em casa, em busca de um lugar menos perigoso, já que seguro, lugar nenhum é mais, onde Lori, a esposa grávida de Rick, possa ter o seu bebê. Encontrar comida e abrigo é prioridade e pode significar a diferença entre a vida e uma morte sem descanso, simbolizada pela zumbificação.

As casas destruídas e com seus habitantes convertidos em zumbis, arrastando-se descerebrados de cômodo em cômodo, aparecem como símbolo de um mundo que se desintegra e um golpe de misericórdia na utopia dos personagens de reconstruir suas vidas como elas eram antes do apocalipse.

A chegada à prisão mostra que a terceira temporada da série irá revelar personagens mais embrutecidos e até violentos, numa alusão aos instintos primitivos de sobrevivência do ser humano. A fortaleza, ex-símbolo de poder, visto que a função de uma penitenciária é essencialmente manter sob controle, do lado de dentro, os elementos indesejáveis da sociedade, agora servirá de blindagem para que os remanescentes dessa mesma sociedade se apartem dos mortos famintos.

A mudança psicológica que uma vida no limite extremo terá sobre os personagens é levemente insinuada nesse episódio de estreia. Rick, por exemplo, fala pouquíssimo, concentrado em montar as estratégias que garantirão que o grupo encontre abrigo, alimentos e remédios. De certa forma, a fragilidade emocional de todos do grupo concentra-se em Lori, que está a poucas semanas de dar à luz e teme morrer no parto e voltar como zumbi para devorar o próprio filho; ou mesmo parir um natimorto-vivo que poderia matá-la na hora de nascer.

A culpa corrói Lori por conta dos acontecimentos vistos nas duas temporadas anteriores e que culminaram na morte de Shane, amigo de infância e ex-parceiro de Rick na polícia. Mas o fator agregador do grupo é justamente a solidariedade em torno dessa mãe desamparada. A causa que todos abraçaram é a de que seu bebê nasça longe de qualquer perigo. Não deixa de ser simbólica essa união de um grupo de sobreviventes de uma catástrofe  que matou milhares de pessoas em torno de um nascimento.

Com tantas coisas acontecendo no núcleo principal, sobrou pouco tempo para o espectador entender a relação de amizade e dependência (física e emocional) estabelecida entre Andrea, ex-integrante desgarrada do grupo de Rick, que aparece doente e frágil nessa estreia, e Michonne, que lhe salvou a vida no último episódio da segunda temporada. A própria guerreira, que nos quadrinhos é praticamente um mito, apareceu muito pouco nesse capítulo inicial. Mas espera-se que ela cresça na trama a partir de agora.

Vale destacar que a estreia da série manteve a capacidade de prender a atenção do espectador e de estimular a audiência para os capítulos posteriores, pois perdura o clima de suspense. A verdade é que The Walking Dead usa e abusa, com maestria, da mistura de ação, drama, terror físico e psicológico como trunfos para cativar o espectador. A produção terá muito fôlego pela frente se não abrir mão dessa característica que a diferencia de outros programas do gênero.

Uma das fotos de divulgação da primeira temporada de The Walking Dead

Na TV aberta – Atualmente sendo exibida no Brasil pelo canal fechado Fox, The Walking Dead tem previsão de chegar à TV aberta, em versão dublada, a partir do ano que vem. Pelo que se comenta na internet, nos sites especializados em séries, a Band teria comprado os direitos das duas primeiras temporadas e planeja iniciar a exibição entre janeiro e março de 2013.

Quanto à sobrevida para uma quarta e quinta temporadas mundiais, parece que The Walking Dead tem tanta energia quanto os seus zumbis para continuar “caminhando”. A estreia da terceira temporada nos Estados Unidos bateu recorde absoluto de audiência, com 10,9 milhões de telespectadores, um ganho de 50% em comparação à segunda temporada, de acordo com o canal AMC. A audiência da estreia no Brasil ainda não foi divulgada.

Para situar os neófitos - Para quem não tem a menor ideia do que seja The Walking Dead, trata-se de uma série de tv inspirada em um HQ homônimo. Conta a história de um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi que devastou a humanidade. Para além das cenas escatológicas de mortos-vivos famintos por carne humana, a série é muito bem feita, com suspense e terror psicológicos bem trabalhados e conflitos dramáticos que prendem a atenção do espectador.

A ação, nas duas temporadas iniciais ficou centrada no policial Rick Grimes, um homem que, pouco antes da devastação zumbi, havia levado um tiro em uma ação contra bandidos e ficado em coma. Rick acordou do coma para o pesadelo de destruição completa do mundo como ele conhecia. A partir daí, inicia uma busca por sua família (mulher e filho), que acredita ter sobrevivido à zumbificação da humanidade, assim como ele. No caminho, encontra outros sobreviventes e acaba tornando-se o líder do grupo. Ao re-encontrar a mulher e o filho, que ele descobriu terem sobrevivido graças a Shane, seu amigo e ex-parceiro de polícia, Rick, que era dado como morto pela esposa, acaba integrando um triângulo amoroso bem tenso e que terá consequências ao longo da série.


Universal estreia nova série produzida por Spielberg

postado por Andreia Santana @ 6:10 PM
06/02/2012

Elenco de Smash, com a oscarizada Angelica Houston encabeçando

Smash, nova série de TV produzida por Steven Spielberg, será lançada no Brasil no dia 28 de março, às 23h, pelo canal por assinatura Universal Channel. A produção, que estreou nos Estados Unidos no dia 30 de janeiro, traz um elenco de artistas conhecidos da telona, como Angelica Houston e tem como pano de fundo a montagem de um musical fictício sobre a vida da diva Marilyn Monroe, sendo que a grande disputa encontra-se justamente entre uma atriz estreante e uma veterana para viver Marilyn nos palcos.

A série mostrará os bastidores da montagem de um espetáculo da Broadway a partir dos dramas vividos por personagens que buscam realizar o sonho de fazer parte do elenco da produção fictícia sobre Marilyn.  As rivalidades, o estresse das audições e em paralelo os dramas dos atores permeiam a história. Tudo começará quando um a produtora Eileen Rand (Anjelica Houston) se une aos compositores Julia Houston (Debra Messing) e Tom Levitt (Christian Borle) para montar um musical sobre a vida de um dos maiores ícones do cinema.

Aspirações de novas atrizes e a inveja das veteranas darão a tônica...

O maior desafio da equipe é encontrar a intérprete para a protagonista e o papel será avidamente disputado pela experiente e ambiciosa Ivy Lynn (Megan Hilty) e a novata garota do interior Karen Cartwright (Katherine McPhee). McPhee inclusive, tanto vive o papel de uma atriz estreante na série, quanto é de fato uma atriz estreante na vida real. Foi vencedora do American Idol, reality show que revela novos talentos nos EUA.

Ao mesmo tempo, enquanto disputam papeis e vivem as intrigas do show business, os personagens de Smash precisarão lidar com suas vidas pessoais. Julia e seu marido passam por um delicado processo de adoção, o marido de Eileen dá início ao pedido de divórcio que pode comprometer os recursos do espetáculo e o diretor – Derek Wills (Jack Davenport) – poderá arruinar o projeto do musical ao colocar uma das candidatas em uma situação comprometedora.

...da produção que também mostrará os dramas pessoais do elenco

Para os amantes do cinema, a série parece vir recheada de referências, sem esconder ainda “os bastidores da banda podre” de Hollywood. É esperar a estreia e conferir!

>>Aqui nesse link, visite a página oficial de Smash e saiba mais sobre a produção.


Série 24 Horas é cancelada

postado por Andreia Santana @ 10:34 PM
27/03/2010

jack-bauer

Notícia da Reuters deste sábado cineleitores, a Fox anunciou nesta sexta que vai cancelar o seriado 24 Horas, que está na oitava – e agora última – temporada.  O episódio final, com duas horas, irá ao ar em 24 de maio próximo.

O ator Kiefer Sutherland já está lamentando o fim da série e declarou que Jack Bauer é o personagem da sua vida. Mas, não chorem fãs, porque tanto o ator quanto o produtor executivo de 24 Horas estão empolgados com a possibilidade de levar o agente federal casca-grossa para o cinema.

O seriado começou em 2001 e de lá para cá, Jack encarou assassinos e terroristas, sempre no limite para livrar a humanidade da destruição.

Segundo a reportagem da Reuters, no auge da série, 24 Horas “foi considerado um dos mais populares seriados dramáticos da TV”. Ganhou 68 prêmios Emmy e Sutherland concorreu como melhor ator, sete vezes, levou uma.

O motivo da saída de cena do Jack Bauer? Audiência meus caros. A média do programa era de 13 milhões de expectadores, mas recentemente, o máximo eram nove milhões (nos Estados Unidos, que é o público que importa para a indústria da tv e do cinema).


House fatura dois prêmios no People´s Choice

postado por Andreia Santana @ 3:25 PM
08/01/2010
O britânico Hug Laurie dá vida ao polêmico Dr. House

O britânico Hugh Laurie dá vida ao polêmico Dr. House

A série House conquistou os prêmios de “melhor série dramática” e “melhor ator de série dramática” para Hugh Laurie, na 36ª edição do People´s Choice Awards. Trata-se de uma das poucas premiações em que a escolha dos vencedores é feita pelo próprio público por votação na Internet. Além dos melhores da tv, o People´s Choice também elege as melhores produções do cinema e da música.

Essa foi a quarta indicação consecutiva de House, série do Universal Channel, ao prêmio. Protagonizada pelo inglês Hugh Laurie, a série já recebeu o Emmy Awards – considerado o Oscar da TV norte-americana – (2007, 2008 e 2009); Globo de Ouro (2006 e 2007), Satellite Awards (2005 e 2006) e o Screen Actors Guild Awards (2007 e 2009).

Fenômeno de popularidade mundial e alvo de polêmica entre cientistas, House conta a rotina de um médico que tem métodos nada ortodoxos, mas que é especialista em descobrir o diagnóstico para as mais esquisitas doenças. Ao mesmo tempo, o especialista precisa lidar com seus próprios problemas pessoais.


As Panteras: Como Tudo Começou, no GNT

postado por Andreia Santana @ 1:58 PM
06/01/2010
As panteras originais

As panteras originais

Mais um post para quem tem mais de 30 e sente nostalgia daquelas séries de tv que embalavam a infância dos brasileiros nos anos 80. A faixa Mulheres no Cinema, do canal GNT (tv por assinatura), faz uma homenagem a popular série norte-americana As Panteras (Charle´s Angels), famosa nos anos 70, mas exibida por aqui nos 80, com a exibição do filme inédito “As Panteras: Como Tudo Começou”, no próximo dia 10, domingo, às 19h05 (horário de verão).

Cena de As Panteras: Como Tudo Começou

Cena de As Panteras: Como Tudo Começou

A produção relembra a história e expõe os bastidores da série. As atrizes Christina Chambers, Lauren Stamile e Tricia Helfer interpretam as charmosas Jaclyn Smith, Kate Jackcon e Farrah Fawcett, que originalmente estrelaram a série dos anos 70. O filme destaca os medos, os problemas e barreiras enfrentadas pelas atrizes em busca do sucesso.

A história do filme começa em 1975, quando os produtores Aaron Spelling e Leonard Goldberg estavam no topo das paradas de sucessos com as séries de TV “S.W.A.T.” e “Starky and Hutch”. Foi quando decidiram vender para a rede ABC a história de um trio de mulheres detetives chamado “Alley Cat”. As cats (gatas) se transformaram em angels (anjos) que trabalhavam para um homem misterioso chamado Charlie.

O enredo de As Panteras: Como tudo começou destaca a luta de Farrah Fawcett para encontrar equilíbrio entre a sua fama repentina e as exigências colocadas sobre ela pelo marido, o ator Lee Majors, que na época era o galã de outra série de sucesso chamada O Homem de Seis Milhões de Dólares. O filme mostra também a luta de Kate Jackson pelo feminismo.

O trio de panteras do remake de 2003

O trio de panteras do remake de 2003

Em 2003, o trio de beldades Cameron Diaz, Drew Barrimore e Lucy Liu voltaram a encarnar “as panteras”, no remake para o cinema, da série original. As Panteras – Detonando, teve ainda a participação no elenco do ator brasileiro Rodrigo Santoro, que fazia um dos vilões combatidos pelas charmosas detetives. Em junho do ano passado, morreu a atriz Farah Fawcett, considerada símbolo sexual nos anos 70 e a mulher mais bonita do mundo em todos os tempos. Farah seria lembrada até sua morte pela personagem na emblemática série americana.

*Serviço:
AS PANTERAS:  COMO TUDO COMEÇOU
GNT – Canal Globosat
Dia 10 de janeiro, domingo, às 19h05 (horário de verão). Reapresentação na terça-feira, dia 12, às 16h; e no domingo, dia 17, às 8h30.

*Qualquer alteração na programação ou horários do filme é de responsabilidade do canal GNT.